Elas tiveram de esperar 108 anos para trocar golpes em solo olímpico. Em um esporte que, ao longo do século 20, rendeu ouros para lendas como Muhammad Ali, George Foreman e Oscar de la Hoya, as mulheres só agora receberam o convite para a festa. E o Brasil teve pressa para levar uma lembrancinha reluzente de volta para casa. A paulista Adriana Araújo, de 30 anos, bateu nesta segunda-feira a marroquina Mahjouba Oubtil, avançou para as semifinais do boxe (categoria até 60kg) e garantiu uma medalha histórica para o país. Na próxima fase, na quarta-feira, a pentacampeã pan-americana enfrenta a vencedora da luta entre a russa Sofya Ochigava e a neozelandesa Alexis Pritchard. Como as duas perdedoras das semis garantem o bronze, Adriana já tem seu momento de glória assegurado.

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